Para este serviço de oração, tomamos como base nossa própria experiência e as preciosas orientações teológicas e pastorais publicadas pela CHARIS. 1 “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo.” (1 Jo 3,8)
A oração de cura e libertação das influências malignas fazem parte integrante da vida pública de Jesus. O próprio Jesus apresentou à multidão a origem de sua autoridade sobre os poderes do mal: “Contudo, se é pelo dedo de
Deus que eu expulso os demônios, então o Reino de Deus chegou a vós” (Lc 11,20).

Jesus dá ordens até mesmo aos espíritos impuros e eles lhe obedecem
Marcos, em seu Evangelho, relata um exorcismo como o primeiro sinal realizado por Jesus na sinagoga de Cafarnaum: “Estava na sinagoga deles um homem possuído de um espírito impuro, que gritava, dizendo:
‘Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para arruinar-nos? Sei quem tu és: o Santo de Deus’. Jesus, porém, o conjurou severamente: ‘Cala-te e sai dele’. Então o espírito impuro, sacudindo-o violentamente e soltando grande grito, deixou-o. Todos então se admiraram, perguntando uns aos outros: ‘Que é isto? Um novo ensinamento com autoridade! Até mesmo aos espíritos impuros dá ordens, e eles lhe obedecem!’.”
As libertações na missão dos discípulos
“Convocando os Doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, bem como para curar doenças.” (Lc 9,1)
Nos Evangelhos é evidente que Jesus confia a responsabilidade de curar e libertar primeiramente aos apóstolos e, depois deles, aos seus sucessores, os bispos. Desde 1917, o Código do Direito Canônico reserva os exorcismos aos bispos e aos padres designados para este ministério. A Congregação para a Doutrina da Fé publicou um
documento chamado “Instrução sobre o Exorcismo”. Este documento do Magistério romano especifica: “não é lícito aos fiéis cristãos utilizar a fórmula de exorcismo contra Satanás e os anjos apóstatas, contida no Rito que foi publicado por ordem do Sumo Pontífice Leão XIII” 2.
Deve, portanto, estar claro para nós hoje que o “grande exorcismo” depende unicamente da responsabilidade e autoridade do bispo da Diocese.
O bispo ou padre que exerce um ministério de exorcismo o faz, efetivamente, pela autoridade de seu ministério ordenado. Contudo, ele o faz primeiramente pela autoridade do Senhor Jesus que, por Sua Paixão, morte e Ressurreição, despojou os poderes demoníacos de sua força. O ministro exorcista é apenas um humilde instrumento intermediário entre a autoridade de Cristo — que é a fonte de toda libertação — e a pessoa que a recebe. O Apóstolo São Paulo descreve claramente as influências dos demônios vencidas pelo poder de Cristo por meio de Sua morte e Ressurreição:
“Despojou os Principados e as Autoridades, expondo-os em espetáculo em face do mundo, levando-os em cortejo triunfal” (Cl 2,15). Se é certo que o ministério de exorcismo deve ser exercido pela autoridade apostólica, por outro lado, as orações e o serviço de libertação, enquanto tais, não se limitam estritamente à pessoa do bispo. Assim como o ministério da evangelização, vemos que Jesus o confia aos apóstolos; e também reconhece o mesmo serviço aos “setenta e dois discípulos”:
“Os setenta e dois voltaram com alegria, dizendo: ‘Senhor, até os demônios se nos submetem em teu nome!’ Ele lhes disse: ‘Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago! Eis que vos dei o poder de pisar serpentes, escorpiões e todo o poder do inimigo, e nada poderá vos causar dano. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos se vos submetem, alegrai-vos, antes, porque vossos nomes estão inscritos no céu’.” (Lc 10,17-20)
No final de seu Evangelho, Marcos estende a todos os apóstolos e discípulos a autoridade para curar e libertar dos demônios e dos espíritos malignos. Ele lhes disse: “Estes são os sinais que acompanharão os que tiverem
crido: em meu nome expulsarão demônios, falarão em novas línguas, pegarão em serpentes, e se beberem algum veneno mortífero, nada sofrerão; imporão as mãos sobre os enfermos, e estes ficarão curados.” (Mc 16, 17-18)
O serviço de libertação hoje
O que hoje chamamos de “ministério de libertação” surgiu em sua forma atual no seio da Renovação Carismática Católica, a partir da experiência de um grupo de estudantes da Universidade Duquesne, em Pittsburgh (Pensilvânia, EUA), em 1967. Não nos surpreende que a redescoberta do Espírito Santo através da oração e da experiência de vida espiritual tenha trazido uma nova consciência da presença do mundo espiritual — dos espíritos e dos demônios — e de suas influências malignas na vida de tantas pessoas hoje. O ensinamento da Igreja, fundamentado nas Sagradas Escrituras e nos Padres da Igreja, atesta a existência de Satanás e dos demônios, que exercem uma influência real sobre as pessoas: “A Escritura e a Tradição da Igreja vêem neste ser um anjo decaído, chamado Satanás ou Diabo (cf. Jo 8,44; Ap 12,9).” 3 “O ministério de libertação atual surgiu no contexto do ministério de cura, em resposta às necessidades daqueles que estavam perturbados por várias formas de aflições demoníacas.” 4
Na nossa comunidade, não usamos o termo “ministério”, mas sim “serviço”, este é realizado a partir daquilo que chamamos de “oração dos irmãos”, especialmente a “oração de cura e libertação”. Parece-nos necessário que esse serviço hoje seja profundamente trabalhado nas Novas Comunidades e nos grupos de oração, através de uma formação teológica aberta, profunda e eclesial.
“O encontro com Jesus Cristo, ressuscitado e vivo para sempre, transforma vidas. Consequentemente, ao tomar aguda consciência da misericórdia divina e de sua dignidade como filhos de Deus, os crentes percebem com mais clareza quais são as áreas sombrias de sua vida. São elas que impedem a comunhão com Deus e com os outros, e os impedem de viver plenamente a vida cristã. A presença da Palavra de Deus revela as trevas que residem em nós.” 5 “Muitos… rapidamente tomaram consciência de suas resistências interiores e de problemas não resolvidos. Percebem pouco a pouco que laços espirituais os mantêm cativos, e experimentam dificuldade — ou até incapacidade — de se libertarem desse fardo sozinhos. A caridade inspirada pelo Espírito Santo, desde os primórdios da Renovação, despertou o desejo de rezar para que esses homens e mulheres fossem libertos de seus laços espirituais e de ajudá-los no combate interior que os oprimia. À luz da oração, de um discernimento prudente e da experiência, percebeu-se que em alguns casos o vínculo espiritual que atormentava essas pessoas era devido a uma influência direta do diabo. É precisamente disso que se trata o ministério de libertação. Ele é um dom do Espírito Santo, presente desde a Igreja primitiva.” 6
Nesse combate, o desafio é a salvação eterna
“Ele nos arrancou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado.” (Cl 1,13)
“Ao pedirmos para sermos libertados do Maligno, pedimos igualmente para sermos livres de todos os males, presentes, passados e futuros, dos quais ele é autor ou instigador.” 7 O Papa Francisco, em muitas ocasiões e contextos pastorais, denunciou — segundo a espiritualidade inaciana — as estratégias do diabo e dos demônios, por meio de suas seduções e armadilhas, destinadas exclusivamente a perder as almas: “Para nos libertar (…) da sujeição que o Maligno exerce sobre nós (…). Neste ponto, não há nuances. A batalha está em curso, e nessa batalha está em jogo a salvação eterna. Devemos estar sempre em alerta contra o engano, contra a sedução do Maligno.” 8
Em algumas partes do mundo, observa-se um crescimento particular de devoções sincréticas e espiritualistas, que invocam o culto aos espíritos, misturando práticas ocultas com certos santos da Igreja. Algumas práticas se aproximam dos cultos de feitiçaria, com invocação dos mortos, magia… Essas doutrinas podem ser consideradas não apenas “estranhas” à doutrina cristã, mas também podem tornar-se rapidamente “perigosas” para as pessoas que praticam esses ritos ocultos e sincréticos. O fato de invocar (em segredo ou não) diversos espíritos e entidades pode levar a uma “fragmentação interior” em quem as pratica.
“Não são apenas as práticas ocultas que são espiritualmente perigosas. Uma cultura global de hedonismo e materialismo se espalhou amplamente, contribuindo para o crescimento de padrões de comportamento imorais, que também levam a laços espirituais — incluindo a promiscuidade sexual, a pornografia, o consumismo excessivo e os vícios em drogas.” 9 “A idolatria não diz respeito apenas aos falsos cultos do paganismo. Continua a ser uma tentação constante para a fé. Ela consiste em divinizar o que não é Deus.
Há idolatria desde o momento em que o homem honra e reverencia uma criatura em lugar de Deus, quer se trate
de deuses ou de demônios (por exemplo, o satanismo), do poder, do prazer, da raça, dos antepassados, do Estado,
do dinheiro, etc., ‘Vós não podereis servir a Deus e ao dinheiro (Mamon)’, diz Jesus (Mt 6,24).” 10 A obra sobre o ministério de libertação aponta que tem surgido “entre os católicos, um silêncio sobre os demônios e sua influência real na vida humana… apesar das fortes afirmações do Catecismo e dos últimos papas…” 11.
De fato, constatamos o risco de interpretar como “doenças mentais” as histórias e situações que na realidade diziam respeito a uma infestação de origem demoníaca. O caso era tratado como se “esse assunto se referisse a uma era pré-moderna supersticiosa”. De maneira geral, o que diz respeito à dimensão da libertação das influências do diabo e dos demônios deve ser considerado segundo dois critérios distintos:
1) O “grande exorcismo”:
Este foi diretamente inspirado nos gestos e palavras de Jesus em favor de alguns de seus contemporâneos que estavam acorrentados por espíritos malignos (cf. Mc 5,8). Desde seus primórdios, a Tradição da Igreja reconheceu e praticou a libertação das influências malignas por meio do “grande exorcismo”.
Este exorcismo diz respeito particularmente à libertação de casos de “possessões”, as quais podem ser sérias e profundas, especialmente em pessoas que praticaram atos ou pactos sob a autoridade de Satanás ou de um demônio. O bispo (ou o sacerdote exorcista nomeado por ele) expulsa o espírito demoníaco, conjurando-o em nome de Deus. Não se deve esquecer que a possessão demoníaca nunca pode ter um domínio total da pessoa, pois todo ser humano pertence ao Criador e carrega dentro de si um “santuário”, o “Santo dos santos” que pertence unicamente a Deus. “Insisto na necessidade de ‘formar cristãmente a própria consciência pessoal’, a fim de esta não se tornar uma força destruidora da humanidade verdadeira (da pessoa), mas ser sempre o lugar sagrado onde Deus lhe revela o seu verdadeiro bem.” 13
2) A “libertação” (também chamada de “exorcismo simples”):
A palavra “exorcismo” teve na Tradição da Igreja um sentido mais amplo do que o que se atribui a ela atualmente. Pode ser praticado por ministros ordenados, assim como por leigos, e não possui uma forma litúrgica particular, a não ser na dimensão de oração com vista à libertação. Pessoalmente, tive várias ocasiões para praticar orações de libertação e de liberação das influências demoníacas. Exerci este serviço de oração pedindo anualmente ao Bispo-garante da nossa comunidade a permissão para exercer essa oração com autoridade espiritual.
“O ministério de libertação ajuda a destacar o papel importante que os fiéis leigos podem e devem desempenhar na evangelização, na missão materna da Igreja de curar as feridas da humanidade e na propagação do Reino de Deus em todo lugar e em todas as camadas da sociedade. A missão dos setenta e dois discípulos, a quem Cristo concedeu participar do seu poder de expulsar demônios (cf. Lc 10,17), prefigura o engajamento de todos os fiéis cristãos para pregar o Evangelho e libertar as pessoas da interferência espiritual de Satanás, que aflige tantas almas.” 14 “A reflexão aprofundada sobre o ministério de libertação, alimentada por uma longa prática no seio da RCC (Renovação Carismática Católica), pode agora ajudar toda a Igreja – leigos, clero e religiosos – a estarem
mais sensíveis a esse ‘dom batismal’ concedido a todos os discípulos de Cristo, que deverá ser devidamente
valorizado no acompanhamento espiritual dos fiéis.” 15 Santo Hilário de Poitiers (século IV, 300–368) descreve a autoridade sobre os demônios conferida pelo batismo:
“Nós, que renascemos pelo sacramento do batismo, experimentamos uma alegria intensa quando sentimos em nós os primeiros movimentos do Espírito Santo. Começamos a vislumbrar os mistérios da fé, podemos profetizar e falar com sabedoria. Tornamo-nos firmes na esperança e recebemos abundantes dons de cura. Os demônios são submetidos à nossa autoridade. Esses dons entram em nós como uma chuva suave. Pouco a pouco produzem frutos abundantes.” 16
Discernir entre influência, laço espiritual, opressão-infestação maligna
- Influência maligna:
Uma inflência maligna não implica necessariamente uma repercussão somática particular. Trata-se mais de uma influência interior, mais ou menos forte, que induz a um comportamento particular, agindo como uma força sobre os pensamentos e a vontade da pessoa.
2. Laços espirituais:
Para descrever os laços espirituais malignos São João da Cruz escreve em A Subida do Monte Carmelo: “Pouco importa estar o pássaro amarrado por um fio grosso ou fino; desde que não se liberte, tão preso estará por um como por outro. Verdade é que quanto mais tênue for o fio mais facilmente se poderá partir. Mas, por frágil que seja, o pássaro estará sempre retido por ele enquanto não o quebrar para alçar o vôo. Assim sucede à alma cativa por afeição a qualquer coisa: jamais chegará a liberdade da união divina, por mais virtudes que possua. (…) É lamentável ver certas almas, semelhantes a navios ricamente carregados de boas obras, exercícios espirituais, virtudes e favores celestes, sem coragem para vencer completamente algum pequeno apego ou afeição, ou gosto natural (que é tudo o mesmo), e, por este motivo, nunca vão adiante, nem chegam ao porto da perfeição; e apenas bastaria um esforço corajoso para quebrar completamente aquele fio de apego que a prende.” 17
3. Opressão ou infestação maligna:
Quanto à opressão ou infestação de natureza demoníaca, ela pode vir acompanhada de sinais e manifestações físicas e comportamentais. Será necessário discernir bem a natureza desses gestos e comportamentos antes de iniciar uma oração de libertação contra influências malignas.
“O homem libertado encarna o fruto da libertação de um laço demoníaco por Jesus. Agora está ‘vestido’, livre de sua degradação e vergonha, e sua dignidade humana foi restaurada. Ele ‘voltou a si’, e pode se comportar normalmente com todos. Mais ainda, Jesus o envia para evangelizar: ‘Vai… e anuncia tudo o que o Senhor fez por ti.’ Após ter experimentado o poder de libertação operado por Jesus, ele próprio se torna testemunha para os outros, e todos o veem curado e cheio de alegria (cf. Mc 5,17 e 7,31 – 8,9).” 18
O Pe. Emiliano Tardif deu o seguinte testemunho de um caso de infestação ou opressão, que perturbava o pensamento da pessoa:
“Por exemplo, uma pessoa pode sofrer da obsessão de um espírito de suicídio. Ela quer se libertar, mas essa ideia não a deixa. Muitas vezes, com uma simples oração de libertação, essa pessoa é libertada. Um menino de treze anos só falava em suicídio, queria se jogar da varanda, queria morrer. Seus pais estavam muito preocupados, vigiavam-no o tempo todo. Fizemos uma oração de libertação bem simples: ‘Espírito de suicídio, eu te ordeno, em Nome de Jesus de Nazaré, que saias imediatamente deste filho de Deus e vás aos pés de Jesus, para que Ele disponha de ti. Eu te proíbo, em Nome de Jesus, de voltar para prejudicá-lo. Tu não tens nenhum direito sobre ele, e nada nele te pertence’. Após essa oração, o menino voltou para casa e nunca mais falou de suicídio. Ele estava obcecado por um espírito de suicídio.” 19
É importante observar esta delicada premissa de que, em casos de depressão profunda e condições psicológicas,
o paciente deve receber atendimento psicológico e psiquiátrico. Por um lado, a oração de libertação, como acabamos de descrevê-la, não será adequada nem aconselhável nesses casos e, por outro lado, seria necessário, em certos casos, envolver um corpo multidisciplinar (entre o discernimento espiritual e a competência psiquiátrica).
“Bem diferente é o caso de doenças, sobretudo psíquicas, cujo tratamento depende da ciência médica. É importante,
pois, verificar antes de celebrar o exorcismo se se trata de uma presença do maligno ou de uma doença.” 20 Que a graça do Senhor desperte nossas mentes e nossos corações para nunca duvidarmos de sua ajuda e
libertação àqueles que nos foram confiados, nem jamais desesperarmos de sua libertação completa.
“Vigiando atentamente para que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus. Nem que haja raiz alguma da amargura que, brotando, vos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” (Hb 12,15)
Fonte:
1 CHARIS, “Catholic Charismatic Renewal International Service”, ou, em português, Serviço Internacional para a Renovação Carismática Católica, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024.
2 Cardeal Ratzinger, Instrução sobre o Exorcismo. Congregação para a Doutrina da Fé, 24 de setembro de 1985.
3 Catecismo da Igreja Católica, Sobre a queda dos anjos, n. 391.
4 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 23.
5 Cardeal Kevin Farrell, Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, Prefácio, Ed. francesa, p. 7.
6 Ibidem, p. 8.
7 Catecismo da Igreja Católica, “Mas livrai-nos do Mal”, n. 2854.
8 Cf. Papa Francisco, Como vencer a estratégia do demônio? Meditações matinais na Capela de Santa Marta, 11 de outubro de 2013. Disponível na íntegra em francês: Comment vaincre la stratégie du démon, L’Osservatore Romano, Édition hebdomadaire, edição semanal n. 42, 17 de outubro de 2013.
9 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 18 -19.
10 Catecismo da Igreja Católica, Sobre a Idolatria, n. 2113.
11 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 19.
12 Catecismo da Igreja Católica, Sobre as formas variadas dos Sacramentais, n. 1673.
13 São João Paulo II, Exortação Apostólica Reconciliação e Penitência, n. 26.
14 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 9.
15 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024,, p. 10.
16 Santo Hilário de Poitiers, Tratado sobre os Salmos, 64 , 14-15.
17 São João da Cruz, Obras – Subida do Carmelo, Vol. 1, Livro I, cap. XI, 4. Ed. Vozes, p. 54-55.
18 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 40.
19 Pe. Emiliano Tardif, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), na obra coletiva Le ministère de guérison (O ministério de cura), Ed. Pneumathèque- EDB, 1996, p. 87.
20 Catecismo da Igreja Católica, Sobre a forma variada dos sacramentais, n. 1673.