O Papa Paulo VI, declarou: “Uma das maiores necessidades é a defesa daquele mal, a que chamamos demônio. O mal já não é apenas uma deficiência, mas uma eficiência, um ser vivo, espiritual, pervertido e perversor. Sai do âmbito dos ensinamentos bíblicos e eclesiásticos quem se recusa a reconhecer a existência desta realidade” 1.

O poder de expulsar os demônios está enraizado na fé do nosso batismo. Todo cristão pode ser instrumento de libertação. O exorcismo litúrgico é reservado para os casos de possessão demoníaca — aquelas que afetam diretamente a vontade da pessoa. São casos raros, geralmente envolvendo pactos com Satanás, como ocorre em seitas satânicas. Nesses casos, é necessário confiar a pessoa aos cuidados do bispo da Diocese – como esclarecemos no artigo do mês de julho.

Na maioria dos casos, encontramos casos de infestação, opressão ou obsessão demoníaca. Estas são influências malignas sobre o corpo ou sobre objetos, diferentemente da possessão, que escraviza a vontade. A obsessão maligna, contudo, é uma força mais intensa do que uma simples tentação. Quando uma tentação se torna obsessiva, pode ser necessário realizar uma oração de libertação de um espírito maligno. Neste caso, a pessoa que guia a oração deve estar previamente formada para esse serviço, que sempre deve ser realizado em equipe. É evidente que, antes de proceder a uma oração de libertação, a comunidade que exerce este serviço deve primeiramente acolher, escutar e acompanhar suficientemente a pessoa que solicita ajuda.

O contexto de um retiro espiritual, com silêncio de qualidade e de meditação da Palavra de Deus é sempre o mais aconselhável. O Papa Bento XVI lembrava ao clero de Roma dos elementos essenciais para um bom acolhimento da Palavra de Deus: “As palavras [pronunciadas] singularmente se tornam Palavra de Deus só na unidade de toda a Escritura, no sujeito vivo do povo de Deus. Por conseguinte, o primeiro elemento é o dom de Deus; o segundo é a coparticipação na fé do povo peregrino, a comunhão na Santa Igreja, a qual, por seu lado, recebe o Verbo de Deus, que é o Corpo de Cristo, animado pela Palavra viva, pelo Logos divino.” 2

Nossos bispos e responsáveis recomendam nunca realizar uma oração de libertação em grandes assembleias ou de forma pública. Esse tipo de oração deve ser feito por um pequeno grupo de três a cinco pessoas, em local discreto e tranquilo, longe de curiosidade e distrações. O Pe. Emiliano Tardif também recomenda: “Os que participam deste tipo de oração devem pedir a proteção do Sangue de Cristo antes de iniciar o ministério. Não me refiro ao exorcismo litúrgico, mas à oração de libertação de opressão ou obsessão. Eu rezo assim: ‘Reclamo sobre mim e sobre todos os que aqui estão presentes o Sangue do Cordeiro de Deus, para nos purificar de nossas faltas e nos proteger contra qualquer influência do espírito das trevas’. E nada nos acontece. O sangue de Jesus é poderoso o suficiente para nos proteger. Primeiro pedimos para ser purificados — é um ato de humildade. Depois rezamos e, conforme o caso, tentamos conversar com a pessoa ou com a família.” 3

Conteúdo de uma oração de libertação

É recomendável que a oração não seja feita apenas entre o acompanhador e o acompanhado, mas com a presença de uma ou duas pessoas preparadas e formadas, escolhidas com base nos carismas individuais e complementares — especialmente com o “discernimento dos espíritos” (cf. 1 Cor 12,10). A oração deve ser conduzida pelo acompanhador que acolheu a pessoa e já a escutou previamente. Os demais participantes devem sustentar o momento com oração de fé e intercessão.

A oração de libertação deve ser apresentada como uma oração específica. Mesmo sem um rito fixo ou cânon litúrgico, alguns elementos essenciais e pedagógicos podem ser seguidos. Propomos aqui um esquema simples de organização dessa oração de libertação:

1) Colocamo-nos na presença da Santíssima Trindade, invocando o Espírito Santo para que conduza, inspire
e realize a vontade do Senhor na libertação da pessoa apresentada;

2) Pode-se rezar com um Salmo (por exemplo, Sl 91 ou Sl 146 e 147…) nos lembrando que quem nos reúne é Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador (cf. Mt 18,19-20):

3) Pedimos a proteção do Sangue Redentor de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (cf. Ex 12,22-27; Jo 1,29 e 36; Hb 9,11-14);

4) Perguntamos à pessoa se deseja renovar a renúncia ao mal, ao pecado e ao diabo, como é feito na Vigília
Pascal. Essa renúncia deve ser clara, em voz alta e de todo o coração, como um ato consciente de reversão de
qualquer pacto com a mentira.

É um convite a recusar, rejeitar e romper todos os laços com a influência do inimigo (um convite que renovamos sempre que renovamos as promessas do nosso batismo).” 4

5) Entramos na oração de libertação propriamente dita, com palavras como: “Senhor meu Deus, Tu que és nosso Pai, Criador de toda vida, Senhor Jesus, nosso Salvador, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, damos graças a Ti pela vida deste nosso irmão (ou irmã) aqui presente, por toda a sua história vivida até hoje… Agradecemos Teu Amor Salvador e Protetor, que o(a) acompanhou desde o ventre materno até hoje. Em toda a sua vida, Senhor, estiveste presente, fiel, em Teu amor e na Aliança do Teu Filho Jesus…

Te damos graças, Senhor, por teres conhecido a dor humana para salvar o homem; por Tua vitória sobre todo
o mal, por Tua Paixão, Morte e Ressurreição!
Senhor Jesus, imploramos a Ti, como no Teu ministério terreno: curaste doentes, ressuscitaste mortos, libertaste cativos… Assim como com a mulher do fluxo de sangue, o cego de Jericó, o leproso, o paralítico… hoje Te apresentamos este nosso irmão (ou irmã). Se Tu queres, Senhor, podes curá-lo(a) e libertá-lo(a). Que Tua vontade se realize hoje para Tua glória. Tu deste aos Teus discípulos e à Tua Igreja o poder de curar e libertar em Teu Nome aqueles que são afligidos pelo mal. Pelo Nome de Jesus, pedimos-Te Pai, pelo Espírito Santo, a libertação completa desta pessoa e da opressão que a atormenta.”

6) Se a pessoa e os acompanhadores identificaram o espírito opressor, o condutor da oração pode:

a) Pode-se pronunciar uma palavra de adjuração, intimando o demônio (ou o espírito) a deixar esse irmão (ou irmã), enviando-o aos pés da Cruz do Senhor: “Em nome do Senhor Vivo, que morreu e ressuscitou para nossa salvação, por Ele ordenamos ao espírito de (…) que deixe definitivamente nosso irmão (ou irmã) e vá aos pés da Cruz de Nosso Senhor!”.

b) Ou pode se pronunciar uma palavra de autoridade para cortar (ou quebrar) todo laço de dependência (ou influência demoníaca) maligna: “Em nome do Senhor Vivo, que morreu e ressuscitou para nossa salvação, por Ele cortamos (quebramos) todo vínculo mau ou impuro de (…) que atuava em nosso irmão (ou irmã). Que esse vínculo maligno esteja, a partir de agora, sem força nem influência alguma na vida de teu (tua) filho(a) bem-amado(a).”

7) Se a pessoa praticou ocultismo, espiritismo ou religiões estranhas à fé cristã, é necessário eliminar de sua casa todos os objetos relacionados a essas práticas do passado, sejam eles livros, imagens, amuletos, talismãs, queimando-os preferencialmente.

Muitos dos que haviam abraçado a fé começaram a confessar e a declarar suas práticas. E grande número dos que haviam exercido a magia traziam seus livros e os queimavam à vista de todos. Calculando-se o seu preço, acharam que seu valor chegava a cinquenta mil peças de prata. Assim, a Palavra do Senhor crescia e se firmava poderosamente.” (At 19,18-20)

8) Confiamos o irmão (ou irmã) à proteção contínua do Sangue Precioso e Redentor de Cristo, pedindo:

Que nosso irmão (ou irmã) esteja agora sob a proteção do Sangue Redentor de Jesus Cristo, com a ajuda do Espírito Santo, o Advogado e Defensor dos filhos de Deus.” “Que o Espírito Santo do Senhor venha preencher este lugar (antes) submetido a uma infestação maligna e, pelo Sangue de Nosso Senhor, o lave, purifique, santifique e consagre, doravante, ao serviço do Senhor e para Sua glória.

9) Concluímos confiando nosso irmão (ou irmã) à proteção e intercessão de nossa Mãe, a Bemaventurada Virgem Maria, do Arcanjo São Miguel e de nossos santos padroeiros.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Que Deus manifeste o seu poder sobre ele. Eis a nossa humilde súplica. E vós, Príncipe da Milícia Celeste, com o poder que Deus vos conferiu, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos, que andam pelo mundo tentando as almas. Amém.”

“Tudo o que pedirdes com fé, em oração, vós o recebereis.” (Mt 21,22)

Esse irmão (ou irmã) precisará ser observado para se verificar como ele vai estar futuramente, sendo acompanhado regularmente a fim de continuar a reforçar sua libertação e viver os combates espirituais de forma ajustada. Deve-se dar-lhe indicações úteis para que seu percurso espiritual seja continuado por meio da vida no Espírito, vida sacramental e fraterna, com uma nova vigilância, recusando categoricamente olhar para trás e regredir aos antigos laços e armadilhas; trabalhando virtudes, que se opõem aos vícios do passado, e encorajando esse irmão (irmã) a se engajar em um serviço na Igreja ou em uma comunidade.

É interessante notar que Jesus utilizou sua autoridade em certas situações com uma palavra de “adjuração”, “ameaçando” (cf. Lc 4,39); “expulsando” os demônios (cf. Lc 4,35; 41), ou ainda para “acalmar” a tempestade (cf. Lc 8,24). Mas pode acontecer, como no Evangelho, que o demônio ou espírito maligno resista às ordens dos apóstolos e discípulos:

Ao entrar em casa, perguntaram-lhe seus discípulos, a sós: ‘Por que não pudemos expulsá-lo?’ Ele respondeu: ‘Essa espécie não pode sair a não ser com oração.’” (Mc 9,28-29)

Nesse caso, será necessário empreender uma oração comunitária intensiva, um “Cerco de Jericó” de vários dias
ou uma “novena” acompanhada de jejuns para pedir essa libertação total. A “fé comunitária” será fundamental e
obterá resultados e frutos surpreendentes. Há outra passagem do Evangelho que também deve chamar nossa atenção:

Quando o espírito impuro sai do homem, perambula em lugares áridos, procurando repouso, mas não o encontrando, diz: ‘Voltarei para minha casa, de onde saí’. Chegando lá, encontra-a varrida e arrumada. Diante disso, vai e toma outros sete espíritos piores do que ele, os quais vêm habitar aí. E com isso a condição final daquele homem torna-se pior do que antes.” (Lc 11,24-26)

Esse episódio evangélico apresentado por Jesus deve nos fazer refletir sobre a seriedade que nossa qualidade de vida espiritual e união a Deus exige, bem como a importância da vigilância e do combate espiritual. “O melhor meio de ser progressivamente liberto da influência de Satanás é deixar-se encher pelo Espírito Santo e crescer em santidade, para que não haja lugar para o Maligno. E todas as fontes de graça dadas por Deus contribuem para isso, incluindo a oração, a prática das virtudes, o arrependimento, a participação na liturgia e nos sacramentos, o apoio mútuo e o encorajamento do Corpo de Cristo.” 5

O Apóstolo Pedro exorta, no exercício do combate espiritual, a resistir firmemente às influências demoníacas, sem jamais “dialogar” com elas: “Sede sóbrios e vigilantes! Eis que o vosso adversário, o diabo, vos rodeia como leão a rugir, procurando a quem devorar. Resisti-lhe, firmes na fé.” (1Pd 5,8-9)

O Apóstolo Paulo, por sua vez, apresenta as armas espirituais como “meios” para manter-se firme, resistir
e lutar contra as seduções e manobras do diabo e dos demônios (cf. Ef 6,10-17).

O cristão que vive uma vida espiritual e sacramental regular está mais protegido dos ataques do maligno do que alguém que leva uma vida de fé instável e inconstante. Os sacramentos celebrados — especialmente o batismo, a confirmação, a reconciliação e a penitência e a Eucaristia — são sacramentos de cura e força em vista da libertação. É notório destacar que a incapacidade de perdoar alguém que nos feriu continua sendo uma porta aberta, entregue e vulnerável às tentações e influências malignas. Assim Paulo adverte: “Irai-vos, mas não pequeis: não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.” (Ef 4,26-27)

Existem outras brechas e portas abertas que permitem que os demônios se infiltrem na vida interior de uma pessoa. Essas brechas podem ser: feridas, traumas, transtorno psicológico, estupro e abusos, choque emocional importante, pecados repetidos, vícios, tortura, experiência de guerra, aborto através de práticas ocultas, esotéricas ou idolátricas, dinheiro, mentira, jogo, pornografia. A recorrência da influência do mal pode ocorrer também através de laços de dependência com pessoas, curandeiros e médiuns que invocam espíritos, praticam adivinhação, pessoas que exercem poder sobre outras (maldições, feitiços, etc.).

Enfim, devemos destacar a possibilidade de infiltrações e infestações demoníacas possivelmente associadas a
distúrbios de natureza psicológica. Não é raro encontrar a mesma pessoa precisando de terapia específica para feridas emocionais profundas e oração de libertação espiritual por parte de sua comunidade, a fim de ser recolocada num caminho de confiança.

Assim como a graça pressupõe a natureza e se manifesta através dela, a influência demoníaca afeta a natureza e se expressa por sintomas psicológicos, emocionais e mentais. Em certos casos, pode haver um círculo vicioso: a doença mental pode abrir brechas à demonização, enquanto os espíritos maus podem acentuar a angústia emocional, pensamentos obsessivos ou padrões de comportamento (…) De longa data, a Igreja distingue entre aflição por espíritos malignos e doença mental.” 6

Para se confirmar um vínculo espiritual maligno, é importante identificar qual foi a brecha (ou porta de entrada). No entanto, é necessário esclarecer que sem consentimento não há laço que se estabeleça, como também sem renúncia não há libertação que ocorra 7.

Livra-nos do Mal

O último pedido do Pai Nosso, ensinado por Jesus, diz respeito a todos nós, pessoalmente. Esse pedido é vivido na fé pessoalmente e em comunhão com toda a Igreja. O Catecismo nos recorda, em seu último artigo: “Ao pedirmos para sermos libertados do Maligno, pedimos igualmente para sermos livres de todos os males, presentes, passados e futuros, dos quais ele é autor ou instigador. Nesta última petição, a Igreja leva à presença do Pai toda a desolação do mundo. Com a libertação dos males que pesam sobre a humanidade, a Igreja implora o dom precioso da paz e a graça da espera perseverante do regresso de Cristo. Orando assim, antecipa na humildade da fé a recapitulação de todos e de tudo, n’Aquele que ‘tem as chaves da morte e da morada dos mortos’ (Ap 1,18), ‘Aquele que é, que era e que há-de vir, o Todo-Poderoso’ (Ap 1,8).” 8

Através da oração ensinada por Jesus, somos libertos dos ataques do mal e, às vezes, devemos usar uma fé firme para renunciar ao mal e às sugestões do diabo. O Papa Francisco recomenda três remédios diante das armadilhas do demônio:

Face às armadilhas do demônio, os remédios [são]: a vida interior, a fé em Deus, a certeza do seu amor e de que Deus nos ama, que é Pai, e com esta certeza venceremos qualquer tentação. Contudo há um aspecto sobre a qual gostaria de chamar a atenção, algo interessante. Jesus ao responder ao tentador não entra em diálogo, mas responde aos três desafios só com a Palavra de Deus. Isto ensina-nos que com o diabo não se dialoga, não se deve dialogar, só se lhe responde com a Palavra de Deus.” 9 “Se um demônio nos ridicularizar, ameaçar ou tentar chamar nossa atenção, devemos ignorá-lo e nos concentrar na pessoa diante de nós.” 10

A fé dos santos diante dos demônios pode nos ajudar e iluminar, simplificando nossa atitude espiritual. Por
exemplo, Santa Teresa de Jesus dizia: “Uma figa para todos os demônios, pois são eles que hão de me temer. Não entendo esses medos. Por que dizer: ‘demônio! demônio!’ quando se pode dizer: ‘Deus! Deus!’ fazendo tremer o demônio? Sim, pois já sabemos que o demônio não pode sequer mover-se se o Senhor não lhe permitir. Que digo? Sem dúvida, tenho mais medo dos que temem muito o demônio do que dele mesmo; porque ele não me pode fazer nada.” 11

Pedir a intercessão e a proteção da Virgem Maria

Propomos uma fórmula de oração mariana simples e essencial. É a antífona “Sob a vossa proteção”. Ela é
considerada a oração mais antiga dirigida à Nossa Senhora. O texto foi encontrado num papiro egípcio escrito em grego, datado do século III (ou IV). “Sob a vossa proteção nos refugiamos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.”

Toda cura e libertação realizadas “em Cristo e por Cristo” são “sinais escatológicos” que revelam o Reino de Deus já presente, mesmo que muitas vezes de forma discreta, mas destinado a manifestar-se plenamente. Enfim, seremos verdadeiramente curados e libertos do domínio do mal e dos demônios apenas no Reino dos Céus!

A seguir haverá o fim, quando Ele entregar o Reino a Deus Pai, depois de ter destruído todo Principado, toda Autoridade, todo Poder. Pois é preciso que Ele reine, até que tenha posto todos os seus inimigos debaixo dos seus pés. O último inimigo a ser destruído será a Morte, pois ele tudo pôs debaixo dos pés dele. Mas, quando Ele disser: ‘Tudo está submetido’, evidentemente excluir-se-á aquele que tudo lhe submeteu. E, quando todas as coisas lhe tiverem sido submetidas, então o próprio Filho se
submeterá àquele que tudo lhe submeteu, para que Deus seja tudo em todos
.” (1 Cor 15,24-28)

Fonte:

1 São Paulo VI, Audiência Geral, 15 de novembro de 1972.

2 Bento XVI, Discurso durante o encontro com o clero diocesano de Roma no início da Quaresma, 02 de março de 2006.

3 Pe. Emiliano Tardif, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), na obra coletiva Le ministère de guérison (O ministério de cura), Ed. Pneumathèque- EDB, 1996, p. 89.

4 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 139.

5 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 57.

6 CHARIS, Le ministère de délivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 85.

7 Ibidem, p. 90.

8 Catecismo da Igreja Católica, “Não nos deixeis cair em tentação”, n. 2854.

9 Papa Francisco, Angelus, 10 de março de 2019.

10 CHARIS, Le ministère de delivrance (O ministério de libertação), Ed. Béatitudes, junho de 2024, p. 152.

11 Santa Teresa de Jesus. Obras Completas, Livro da Vida, cap. 25, 22, Ed. Loyola & Ed. Carmelitanas, 3ª ed., 2008, p. 168-169.