
Os relatos de milagres nos Evangelhos ganham um brilho particular à luz do acontecimento pascal da Ressurreição do Senhor. De fato, a Ressurreição abre os nossos corações para a compreensão de que Deus pode intervir neste mundo e na história humana. Entretanto, devemos esclarecer que Jesus nunca se apresentou nos Evangelhos como um taumaturgo nem
como um curandeiro popular. Se não era possível deixar de revelar sua natureza de Filho de Deus aos seus discípulos, Ele o fez de maneira muito parcimoniosa, paciente e discreta. Nesse sentido, Seu ministério nunca ocorreu de forma espetacular ou ostensivamente milagrosa.
Isso está bem resumido nesta bela explicação de um teólogo: “A Ressurreição de Jesus só mostra sua efetividade por meio da transformação existencial operada naqueles para quem ela se afirma” 1. É evidente que os numerosos milagres de Jesus relatados nos Evangelhos podem alimentar em alguns de nós uma imagem messiânica distorcida, de um Jesus todo-poderoso, um super-homem. Entretanto, desde o início de seu ministério, o Senhor formou seus apóstolos e discípulos numa concepção totalmente contrária a de um Messias onipotente. São Paulo, em seus escritos, não cessa de destacar a dimensão “kenótica” do Cristo-Messias: Sua condição humana totalmente assumida, Seus sofrimentos e Sua Paixão vividos em completa submissão aos limites e às vicissitudes humanas, até ao extremo da condição humana, que foi a Sua crucificação (cf. Fl 2, 6-11).
Apesar disso, os evangelistas, desde o início de seus escritos, não ocultaram nem minimizaram os relatos dos milagres. João, por exemplo, coloca em seu segundo capítulo o relato milagroso da transformação da água em vinho nas bodas de Caná (Jo 2, 1-12). Ele tinha duas fortes intenções teológicas: primeiro, a de uma “situação humanamente sem saída”, pois “eles não tinham mais vinho” naquele lugar específico das bodas. Além disso, a outra intenção joanina não seria de anunciar, mais profundamente, a profecia escatológica do banquete das Núpcias do Cordeiro? Aquela na qual será definitivamente oferecido o vinho da Nova e Eterna Aliança (cf. Ap 19,1 – 22,21)?
Os milagres de Jesus são sempre sinais do Reino dos Céus
O significado de milagre vem do termo latino “miraculum”. O significado sugere espanto e admiração, com o risco de provocar um efeito que permaneça apenas na exterioridade e superficialidade. Com certeza, o milagre tem um papel de “sinal” (do grego, semeïon), mas um sinal com que significado? Certamente, entre outros, o de provocar a fé (fé, do grego, pistis; o verbo crer é pisteuein) e desencadear a confiança no autor do sinal em relação ao milagre, caracterizando assim a maneira justa de acolhê-lo. Sinal(ais) de que “o dedo de Deus” está em ação entre os seus e que “o Reino dos Céus” chegou entre nós. Marcos, por sua vez, coloca os milagres já no seu primeiro capítulo, o encontro de Jesus com o homem possuído por um espírito impuro (cf. Mc 1, 23-28); a cura milagrosa da sogra de Pedro (cf. Mc 1, 29-31); assim como as “muitas curas” (cf. Mc 1, 32-34). Os milagres jamais são considerados pelos autores bíblicos como “um fim em si mesmos”. Não se pode suprimir os milagres de cura, de transformação e de Ressurreição realizados por Jesus nos Evangelhos, caso contrário, se eliminaria a própria trama desses textos sagrados, como bem observa o Cardeal R. Cantalamessa:
“Provavelmente, a ideia dominante que as pessoas tinham de Jesus, durante sua vida, além da que ele fosse um profeta, era a de ser alguém que fazia milagres. O próprio Jesus apresenta este fato como prova da autenticidade messiânica de sua missão: ‘Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam’ (Mt 11,5).” 2 No entanto, é verdade que o próprio Jesus ficou exasperado pela ambiguidade sobre a questão dos milagres: “Se não virdes sinais e prodígios, não crereis” (Jo 4, 48), dizia com tristeza àqueles que O escutavam. Podemos ainda encontrar no Evangelho de Marcos, as duas vezes em que Jesus “suspira” (cf. Mc 7,34 e 8,12). Esse suspiro expressa uma espécie de gemido de cansaço diante dos fariseus que lhe pedem um sinal vindo do céu? Ou seria um suspiro de compaixão e de libertação finalmente concedida e acolhida? Pois, afinal, Jesus também liberta o homem de suas incapacidades de entender e de se comunicar com aqueles que estão ao seu entorno. O Cardeal Cantalamessa reconhece que essa ambiguidade persiste ainda hoje:
“A ambiguidade continua, sob outra forma, no mundo de hoje. Por um lado, estão aqueles que buscam o milagre a todo custo; estão sempre à caça de fatos extraordinários, detêm-se neles e em sua utilidade imediata. No lado oposto, estão aqueles que não admitem nenhum milagre; contemplam-no até com certo incômodo, como se se tratasse de uma manifestação inferior de religiosidade, sem perceber que, dessa forma, se pretende ensinar ao próprio Deus o que é ou não a verdadeira religiosidade.” 3
Ao ler os Evangelhos, como não reconhecer a discrição do Senhor? Parece que Ele tenta constantemente colocar um véu sobre sua reputação “glorificante”, opondo-lhe uma vontade “distanciante”.
“Ainda não compreendeis nem entendeis? Tendes o espírito endurecido”
O Evangelista Marcos, ao contrário dos outros evangelistas, é aquele que mais destaca a confusão e a imprevisibilidade das multidões quando se trata dos milagres com Jesus. É Marcos quem enfatiza a crítica de certos escribas judeus, que o acusam de curar pelo poder de Belzebu (Mc 3, 22). É ainda Marcos quem relata as reações surpreendentes da família de Jesus: “Está fora de si” (Mc 3, 21).
Por fim, lembremos que Marcos é, particularmente, aquele que denuncia que até os próprios discípulos de Jesus tinham “o espírito endurecido” (cf. Mc 8, 14-21, especialmente os v. 17-18 e 21). Essa dureza de espírito não é propícia à fé que suscita milagres. O obstáculo espiritual da cegueira e da surdez certamente faz alusão à profecia de Isaías (cf. Is 6, 9-10), que Mateus cita explicitamente em seu Evangelho (cf. Mt 13, 10-17). Isso se constata principalmente quando Jesus retorna à Sua terra natal, Nazaré: “Jesus lhes dizia: Um profeta só é desprezado em
sua pátria, em sua parentela e em sua casa. E não podia realizar ali nenhum milagre, a não ser algumas curas de enfermos, impondo-lhes as mãos. E admirou-se da incredulidade deles.” (Mc 6, 4-5)
É, portanto, nessa frágil e vulnerável condição que Jesus enviou seus discípulos em missão, certamente com a força do Espírito Santo — força prometida e derramada em abundância. Mas de onde vem essa tendência tão tenaz de fascínio pelo maravilhoso ou, ao contrário, de rejeição do inexplicável? E como não ficar bloqueado por uma ou outra atitude? Marcos coloca, no centro do seu Evangelho, o relato da confissão de fé de Pedro em Cesareia, que surge como uma resposta e marca uma virada: “Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe e, no caminho, perguntou a seus dicípulos: ‘Quem dizem os homens que eu sou?’ Eles responderam: ‘João Batista; outros, Elias; outros ainda, um dos profetas’. ‘E vós, perguntou ele, quem dizeis que eu sou?’ Pedro respondeu: ‘Tu és o Cristo’. Então proibiu-os severamente de falar a alguém a seu respeito. E começou a ensinar-lhes: ‘O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morto e, depois de três dias, ressuscitar’. Dizia isso abertamente. Pedro, chamando-o de lado, começou a repreendê-lo. Ele, porém, voltando-se e vendo seus discípulos, advertiu severamente a Pedro dizendo: ‘Arreda-te de mim, Satanás, porque não pensas as coisas de Deus, mas as dos homens!’.” (Mc 8, 27-33)
A confissão de fé de Pedro faz dele “a pedra sobre a qual o Senhor edificará sua Igreja” (cf. Mt 16, 17-18). No entanto, apesar disso, Jesus “repreende duramente” o chefe dos apóstolos recém-nomeado: “Afasta-te de mim, Satanás, porque não pensas as coisas de Deus, mas as dos homens!’” (cf. Mc 8, 33). O termo “repreender” (“ἐπετίμησεν”, “epitimáō” em grego) é tão forte que reconhecemos aqui o mesmo verbo usado por Marcos quando Jesus silencia os espíritos malignos (cf. Mc 1, 25; cf. Mc 9, 25)! Jesus repreende Pedro por causa de sua cegueira e da
sua recusa frontal de um Messias vulnerável ao sofrimento e a uma morte injusta. O chefe dos apóstolos quer, ao contrário, um messias poderoso e eficaz contra todos os males. É então que a repreensão de Jesus em Marcos, é uma correção viva — um convite — que marca uma virada, apelando a uma segunda conversão. Uma conversão da inteligência, da mentalidade que deve mudar em direção a uma aceitação desconcertante de um messias vulnerável até uma kenosis, um esvaziamento total de si mesmo por Amor. O desafio aqui é enorme: trata-se da revelação de um messias pobre, humilhado, condenado à morte injustamente, crucificado como um amaldiçoado… e tudo isso por amor a todos.
Somente pela aceitação-conversão deste desarmar-se é que os discípulos conseguirão abandonar os seus delírios de onipotência para entrar em uma segunda e nova conversão.
É no rosto do Crucificado que Deus se dá a conhecer
Essa “reviravolta” dos discípulos marca a necessidade de uma nova conversão. Se a sua “primeira conversão” consistiu em abrir-se ao chamado de seguir Jesus como seu Senhor e Salvador, essa segunda etapa deve ser, essencialmente, uma mudança de paradigma interior para cada discípulo. Eles precisarão de uma “segunda conversão-revelação da inteligência”, chamada metanoia (do grego μετάνοια; composta pela preposição μετά, o que vai além, eleva, transcende; e pelo verbo νοέω, perceber, pensar) que significa “mudança de visão ou de mentalidade”. Assim, podemos entender melhor o sentido dos capítulos 9 e 10 do Evangelho de Marcos, que destacam a atenção aos mais pequenos, aos desprezados (cf. Mc 9,12; cf. Mc 10,46), às crianças (cf. Mc 9,42; 10,13), a uma viúva (cf. Mc 12,41), aqueles que, no tempo de Jesus, não possuíam nenhuma identidade social reconhecida ou digna de respeito. Em contraste, vemos a incongruência das ambições de posse, de poder humano, de dominação (cf. Mc 10,35), e da sedução das riquezas (cf. Mc 10,23) por parte de seus discípulos.
“Os discípulos, que recusam a paixão de Jesus, pertencem a esse povo incrédulo diante do qual Jesus se impacienta (cf. Mc 9,19). (…) Na segunda parte do Evangelho de Marcos, as perspectivas mudam, são orientadas para a Paixão. As curas não estão ausentes, mas são raras, e sua dimensão teológica se torna mais nítida.” 4 A segunda conversão, uma metanoia mais profunda que a primeira, continua sendo, portanto, um desafio a ser assumido pelos discípulos de Jesus. Neste ponto, a Igreja sempre pediu uma conversão radical diante da triste realidade da “cegueira” (hebetudo spiritualis). Pois, sem uma conversão interior, não se compreendem, ou se compreendem mal, os ensinamentos de Cristo. É esse tipo de cegueira que pode, de fato, dar origem a heresias — leves ou graves —, e que impede a maioria das pessoas de acessar verdadeiramente à inteligência do mistério de Deus em Jesus Cristo (cf. Cl 2,2; Ef 3,4).
A gradualidade é necessária para a obra de cura
Aqui, lembramo-nos da cura evangélica do cego que foi “curado em duas etapas”. O Pe. Lamarche afirma que: “O cego meio curado (cf. Mc 8,24), Pedro vê algo, mas de forma imperfeita: é uma meia-confissão de fé. Em Jesus ele reconhece o Cristo, mas um Cristo que não pode e não deve ir até o rebaixamento da Paixão. Ele se apega a uma ideia limitada e incompleta do enviado de Deus.” 5
Em seguida, a cura-libertação do cego Bartimeu de Jericó pode nos inspirar como ilustração e exemplo dessa segunda conversão realizada: figura de uma segunda metanoia que começa, pois é trabalhada interiormente e iluminada por Jesus. Bartimeu introduz o leitor nesse caminho que, à saída de Jericó, conduz a Jerusalém e à Paixão (cf. Mc 9,33; cf. Mc 10,17.28.32.46.52; cf. Mc 11,1).
Por meio do Cristo Salvador, descobrimos um Deus que o Amor kenótico torna fraco, indefeso, vulnerável, humilde e humilhado, distante das nossas representações imaginárias do divino todo-poderoso, mas infinitamente próximo de todas as formas de exclusão, passadas e presentes: “Ele estando na forma de Deus, não usou de seu direito de ser tratado como um deus, mas se despojou, tomando a forma de escravo. Tornando-se semelhante aos homens e reconhecido em seu aspecto como um homem abaixou-se, tornando-se obediente até à morte, à morte sobre uma cruz! Por isso, Deus soberanamente o elevou e lhe conferiu o Nome que está acima de todo nome, a fim de que ao Nome de Jesus todo joelho se dobre, nos céus, sobre a terra e sob a terra, e que toda língua proclame que o Senhor é Jesus Cristo para a glória de Deus Pai.” (Fl 2, 6-11)
A Conversão das relações, dos processos e dos vínculos
O Documento final do Sínodo sobre a Sinodalidade declara que cada membro da Igreja, do recém-batizado aos Cardeais e até ao Papa, são chamados pelo Espírito Santo a uma contínua conversão em três dimensões 6:
1) Das relações (em diversos contextos);
2) Dos processos (especialmente nas decisões);
3) Dos vínculos (em vista da unidade).
“A conversão dos sentimentos, imagens e pensamentos que habitam os nossos corações prossegue juntamente com a conversão da ação pastoral e missionária.” 7 “Por vezes, uma vez terminado o caminho da Iniciação, a ligação com a comunidade enfraquece e a formação é descurada. Ser discípulos missionários do Senhor, porém, não é uma meta alcançada de uma vez por todas. Implica conversão contínua, crescimento no amor ‘até atingir a medida da plenitude de Cristo’ (Ef 4,13) e abertura aos dons do Espírito para um testemunho vivo e alegre da fé. Por isso é importante redescobrir como a celebração dominical da Eucaristia forma os Cristãos: ‘A plenitude da nossa formação é a conformação a Cristo […]: não se trata de um processo mental, abstrato, mas de nos tornarmos Ele’.” 8
E não te esqueças dos pobres!
A nova hermenêutica do Papa Francisco para a leitura do Evangelho é sempre fazer a ligação com os pequenos, os pobres, os excluídos… como critério de discernimento. Quando foi eleito ao trono de sucessor de Pedro, seu amigo, o Cardeal Cláudio Hummes, sussurrou-lhe ao ouvido: “E não te esqueças dos pobres!”, referindo-se ao apóstolo Paulo, quando foi ao encontro da comunidade cristã em Jerusalém. O critério chave de autenticidade que os apóstolos lhe indicaram foi justamente este: “não esquecer os pobres” (cf. Gl 2,10).
“Quando se lê o Evangelho, encontramos uma orientação muito clara: não tanto aos amigos e vizinhos ricos, mas sobretudo aos pobres e aos doentes, àqueles que muitas vezes são desprezados e esquecidos, ‘àqueles que não têm com que te retribuir’ (Lc 14, 14). Não devem subsistir dúvidas nem explicações que debilitem esta mensagem claríssima. Hoje e sempre, ‘os pobres são os destinatários privilegiados do Evangelho’ , e a evangelização dirigida gratuitamente a eles é sinal do Reino que Jesus veio trazer. Há que afirmar sem rodeios que existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres. Não os deixemos jamais sozinhos!” 9 “Este imperativo de ouvir o clamor dos pobres faz-se carne em nós, quando no mais íntimo de nós mesmos nos comovemos à vista do sofrimento alheio. (…) São Tiago aparece-nos como herdeiro do que tinha de mais rico a espiritualidade judaica do pós-exílio, a qual atribuía um especial valor salvífico à misericórdia: ‘Redime o teu pecado pela justiça, e as tuas iniquidades, pela piedade para com os infelizes; talvez isto consiga prolongar a tua prosperidade’. (Dn 4,24)” 10
O Papa Leão XIV, em sua primeira bênção Urbi et Orbi, em Roma, no dia 08 de maio de 2025, dizia: “A paz esteja convosco! Esta é a paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada e uma paz que desarma, que é humilde e perseverante. Que vem de Deus, do Deus que nos ama a todos incondicionalmente. Conservamos ainda nos nossos ouvidos aquela voz fraca, mas sempre corajosa, do Papa Francisco que abençoava Roma, o Papa que, naquela manhã de Páscoa, abençoava Roma e dava a sua bênção ao mundo inteiro. Permiti-me que dê prosseguimento àquela mesma bênção: Deus nos ama, Deus vos ama a todos, e o mal não prevalecerá! Estamos todos nas mãos de Deus. Portanto, sem medo, unidos de mãos dadas com Deus e uns com os outros, sigamos em frente! Somos discípulos de Cristo. Cristo vai à nossa frente. O mundo precisa da sua luz. A humanidade precisa d’Ele como ponte para poder ser alcançada por Deus e pelo seu amor.
Ajudai-nos também vós e, depois, ajudai-vos uns aos outros a construir pontes, com o diálogo, o encontro, unindo-nos todos para sermos um só povo sempre em paz. Obrigado, Papa Francisco! Sou agostiniano, um filho de Santo Agostinho que dizia: ‘Convosco sou cristão e para vós sou bispo’. Neste sentido, podemos caminhar todos juntos em direção à pátria que Deus nos preparou. Uma saudação especial à Igreja de Roma! Devemos procurar juntos o modo de ser uma Igreja missionária, uma Igreja que constrói pontes, que constrói o diálogo, sempre aberta para acolher a todos, como esta Praça, de braços abertos, a todos aqueles que precisam da nossa caridade, da nossa presença, de diálogo e de amor. A todos vós, irmãos e irmãs de Roma, da Itália, de todo o mundo: queremos ser uma Igreja sinodal, uma Igreja que caminha, uma Igreja que procura sempre a paz, que procura sempre a caridade, que procura sempre estar próxima, sobretudo dos que sofrem.” 11
Santa e feliz festa da Ressurreição de Nosso Senhor! Que Ele nos liberte para realizar no meio de nós os milagres, sinais de Seu Reino. E que tudo seja para Sua maior Glória!